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As palavras no vento vão... E ficam! O vento não para e as palavras se transformam O tempo transforma a memória E a lembrança (se) dança no vento A memória presente são palavras As mesmas palavras que no vento se transformam no tempo... Tempo...L...Vento Palavra. .E...Memória M B R A N Ç A
Aqui no Agreste dos sentidos Em que a cartilha não ensina A prática metamorfoseia-se sabedoria. Carregaram água léguas Entretanto persiste a sede Poço significa esperança Terra de caldeirões Transita entre ‘Gurunga’ e ‘Caatinga’ Vive da força da areia que semeia cacto Rezam por um poder que acreditam vir do povo... Que povo? O que é povo? O desenvolvimento não mata a sede. O poço vive O sufixo 'idade' não caracteriza a identidade do Agreste Antes significante sem narrativa O símbolo não suporta significado Que beleza é essa que a ‘seca sede’ revela-se samba de céu estrelado.
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